Qualidades necessárias em um líder de célula (Parte 2)

Nessa série, dividida em três partes, abordamos qualidades importantes na vida de um líder de célula bem sucedido.

Não entendemos que os líderes de células são apenas aqueles irmãos que cuidam de um grupo de 10 ou 14 pessoas durante a semana. Líderes de células são todos aqueles envolvidos no processo. Desde o pastor titular, que cuida da igreja toda, passando pelos pastores auxiliares, todos são líderes de células, ainda que em funções de supervisão ou quaisquer outras que o processo exija.

Nessa segunda parte, seguem mais algumas características importantes na vida do líder:

Alguém que possa ser ensinado

Um líder pode não conhecer muito sobre os princípios de liderança, mas se ele for humilde e desejoso de aprender, terá os ingredientes necessários para o sucesso.

Ter o desejo de servir aos outros

Jesus disse que a verdadeira liderança é colocar as necessidades dos outros em primeiro lugar. “Lavar os pés” dos membros de sua célula é uma maneira de mantê-la dinâmica e reprodutiva.

Comprometimento com o tempo

Dedicar tempo para crescer como um líder de célula. Estar disposto a dirigir a reunião uma noite por semana; frequentar a reunião de líderes regularmente; preparar a reunião semanal; e tomar algum tempo para atender as necessidades dos membros.

O que deve motivar uma pessoa a ser líder de um pequeno grupo?

  • Glorificar a Deus;
  • Usar os dons espirituais que Ele lhe concedeu;
  • Fazer algo positivo pela igreja;
  • Ajudar as pessoas em suas necessidades;
  • Levar pessoas a Jesus Cristo.

Quais os desejos egoístas do líder que prejudicam a célula?

  • Desejo de preencher uma necessidade emocional, tal como aceitação, aprovação, etc.
  • Sede de poder ou autoridade sobre os outros.
  • Vontade de preencher um desequilíbrio pessoal de aprovação e admiração (um complexo de “olhem para mim”).
  • Necessidade de estar sempre no centro de qualquer coisa que aconteça.

Quais são as funções de um líder de célula?

  • Ser sensível às necessidades, sentimentos e personalidades dos membros e valorizar cada um.
  • Servir de exemplo de amor, confiança e aceitação.
  • Ser um facilitador e guia para envolver todos os membros nas atividades do pequeno grupo.
  • Encorajar os membros a ouvirem, aceitarem e respeitarem aqueles que têm um ponto de vista diferente.
  • Ajudar o grupo  a alcançar seus metas e alvos.

revista_mda_05 (1)Extraído da Revista MDA Ano II – Nº 05/2014. Texto de Ivanildo Gomes, pastor adjunto na Igreja da Paz Fortaleza, diretor da Escola Ministerial Paz – EMP, e editor literário da Revista MDA e da MDA Publicações.

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